Foi-nos pedido um ensaio de cor do nosso trabalho final tipográfico. As cores escolhidas para o mesmo, foram ao pormenor: branco, rosa, cinzento. Por isso, mudar muito as cores, mudaria todo o conceito da imagem e o seu significado feminino.
Apresento então o trabalho se fosse a preto e branco:
Este é um blog criado no âmbito da disciplina de DCV no 1º ano de Ciências da Comunicação
segunda-feira, 22 de abril de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
Proposta #2
Ensaio teórico de uma experiência
Escolhi esta fotografia de entre as que realizei pois na
minha opinião era a mais original. “Encontrei-a” numa montra de um stand de automóveis, que estava a fazer
publicidade ao novo Mini Paceman. Como podemos ver pela palavra central, o que
se prezou foi o DESIGN. É a palavra que mais salta à vista, não só devido à cor
mas também a como as letras são compostas! São todas elas maiúsculas e o mais
simples possível, sem grandes enredos. O peculiar está que elas são compostas
por pequenos desenhos de carros – produto que se pretende vender. Achei portanto
uma ideia original e bem pensada no que toca à forma como foi realizada a tipografia
da palavra “design”.
Mostra que as letras não têm de ser só linhas em várias
formas e pontos, mas que podem ser muito mais, e que existem imensas formas de
serem realizadas, neste caso, preenchidas por formas, que no seu todo,
completam uma letra, palavra, etc.
Memória descritiva
Nesta segunda proposta, o tema do
trabalho é a tipografia, como é que podíamos explicar algo/dar forma, a uma
notícia, um filme, uma música, através de uma composição tipográfica.
Decidi representar
o filme “Black Swan”, de Darren Aronofsky,
onde as duas personagens principais são representadas por Natalie Portman e
Mila Kunis. Para quem viu o filme, reconhece as palavras que eu usei por entre
todo o enredo utilizado. Por outro lado, quem não viu, acho que este trabalho
pode conferir ou transmitir alguma essência do filme, o que poderá suscitar ao observador/público
algum interesse em o ver – por isso tem estas duas vertentes: o reconhecimento
e a curiosidade.
Algumas
das frases mais conhecidas deste filme são:
“Perfection is not just about control. It's also about letting
go. Surprise yourself so you can surprise the audience. Transcendence. And very
few have it in them.”
“I
just want to be perfect.”
Para a composição deste trabalho decidi usar dois
tipos de letra: o tipo de letra Franklin Gothic Medium Cond, pois queria
uma fonte simples, fácil de ler e que não se tornasse confusa para quem está a
ver o trabalho em si, e a Little Snorlax, que retirei da internet. Esta
última tem o objectivo de ser feminina, pois é o que compõe a saia da
bailarina.
Um aspecto negativo em relação ao trabalho realizado, é que quando o aumentámos, tudo fica pixelado, tornando-se pouco perceptível a imagem. Com isso, as palavras utilizadas foram: drama, New York, ballet, film, pain, movement, fluide, Tchaikovsky, love, Nina, beauty, pressure, work, tears, effort, sacrifice, music, life, dance, obsession.
Foi utilizado o Photoshop e o Illustrator, para dar movimento e ondulação a algumas palavras. Tudo foi possível de se realizar devido à imagem base de uma bailarina:
Franklin Gothic Medium Cond – exemplo abcdefghijklmnopqrstuvxz
Este tipo de letra foi criado por Morris Fuller
Benton, em 1902 e é conhecido por não ter serifas. É usada em publicidade e
títulos de jornais, tem uma boa classificação e dentro dos media, marca
presença desde os livros até aos outdoors.
Em 1930 esta passou por um período menos bom por
volta de 1930, depois de serem apresentadas “Kabel” e “Futura – também tipos de
letra. Porém, foram re-descobertas nos anos 40 por designers Americanos, e
desde então, continuam em popularidade.
Esta fonte pode ser distinguida das outras fontes
sem serifa através de por exemplo a cauda do Q, orelha do g. A cauda do Q enrola mesmo a partir do centro do fim
da letra e depois é que muda a sua direcção para a direita.
Baseia-se em modelos anteriores, das 23 fundições consolidadas no
American Type Founders, em 1892.
O historiador Alexander Lawson especulou que a Franklin Gothic tinha sido
influenciada pelas fontes de Berthold’s Akizdenz-Grotesk, mas não chegou a ter
confirmado.
As cores utilizadas
Optei por usar apenas 3 cores: o branco, cinzento, e claro, rosa. Queria que ficasse simples, que fizesse lembrar o universo da dança, e para conferir drama, é claro: o preto (como fundo).
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